segunda-feira, 25 de junho de 2007



Kerenski:




Alexander Kerenski foi um líder do partido socialista revolucionário. Kerensky, apesar de também ser contra os bolcheviques (revolucionários), sendo ele o mais moderado do partido, demonstrou sua dependência de ajuda no governo quando o general Kornilov, ligado ao regime Czarista, marchou até Petrogrado. Kerensky tentou impedir com sua ala branda do partido, mas foi obrigado a recuar e pedir auxílio aos bolcheviques mais ligados à causa. Foi kerensky que também preparou uma grande ofensiva contra a áustria-hungria, sendo esta também fracassada. Foi eleito deputado (1912) para a Duma, o parlamento russo. Foi um dos líderes da revolução que aboliu a monarquia (1917) e tornou-se ministro da Justiça do governo provisório e vice-presidente do soviete, a assembléia de trabalhadores e soldados de Petrogrado, em São Petersburgo. Contrariando amplos setores da opinião pública, defendeu que as tropas soviéticas deveriam continuar combatendo na primeira guerra mundial. Assumiu os ministérios da Guerra e da Marinha, porém sua tese não aceita pelos militares. Em julho assumiu o cargo de primeiro-ministro, entretanto, sem o apoio dos militares conservadores e impotente ante a pressão dos bolcheviques, seu governo caiu em novembro, quando os manifestantes tomaram a capital russa. Exilou-se inicialmente na Europa ocidental e, depois (1940), nos Estados Unidos, onde morreu em Nova York.

http://www.eduquenet.net/revolucaorussa.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexander_Kerensky
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/AlekFKer.html

Prudente José de Morais e Barros

Prudente José de Morais e Barros (Itu, 4 de outubro de 1841Piracicaba, 3 de dezembro de 1902) foi um político brasileiro, terceiro presidente do Brasil e primeiro civil a assumir este cargo. Prudente de Morais representava a ascensão da oligarquia cafeicultora ao poder nacional, após um período em que essa oligarquia mantinha-se dominando apenas o legislativo.
Bacharel em direito, já 1866 ingressa na política como deputado. Prudente de Morais fez sua carreira no Partido Republicano Paulista (PRP), ao qual se filiou em 1870. Em 1890, após um ano como presidente da junta governativa de São Paulo, é eleito senador; no cargo, chegou a presidir a Assembléia Nacional Constituinte e ser vice-presidente do senado. Disputou a presidência da república em 1891, perdendo o pleito (indireto) para Deodoro da Fonseca por pequena margem de votos.
Com a fundação do Partido Republicano Federal (PRF), consegue a indicação para a presidência, e vence as eleições presidenciais de 1894, tomando posse no dia 15 de novembro daquele ano.
Durante seu governo, abandonou uma a uma as medidas inovadoras de Floriano Peixoto. Essa cautela de Prudente foi necessária, já que os florianistas ainda tinham uma certa força, principalmente no Exército. Além disso, o vice-presidente estava ligado às idéias de Floriano. Resumindo, Prudente de Morais imprime uma direção ao governo que atende mais aos cafeicultores.

Prudente de Morais (no centro) preside a Constituinte repubublicana, óleo de Aurélio Figueiredo (Museu da República, Rio de Janeiro - RJ).
No início do seu governo consegue pacificar a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, assinando a paz com os rebeldes, que receberam anistia. Mas pouco tempo depois enfrentaria um movimento rebelde ainda maior: a Guerra de Canudos, no sertão baiano.
Se afastou do poder entre 10 de novembro de 1896 e 4 de março de 1897, por estar com a saúde debilitada. Assumiu nesse período o Vice-Presidente, Manuel Vitorino Pereira.
As divergências internas no PRF e a Guerra de Canudos desgastam o governo. Mesmo com a vitória das tropas do governo na guerra, os ânimos não se acalmam. Prudente de Morais sofreu um atentado a 5 de novembro de 1897; escapou ileso, mas perdeu seu Ministro da Guerra, Mal. Bittencourt. O presidente decretou, então, estado de sítio, para o Distrito Federal (Rio de Janeiro e Niterói) conseguindo assim livrar-se dos oposicionistas mais incômodos.
Terminado o mandato, Prudente de Morais retirou-se para Piracicaba, onde exerceria a advocacia por alguns anos. Faleceu devido a uma tuberculose em 1902.

Washington Luís



Washington Luís


O período governamental que encerraria a "República Velha" teve início a 15 de novembro de 1926, quando tomaram posse nos cargos de Presidente e Vice-presidente Washington Luís e Fernando de Melo Viana, respectivamente.
"Governar é construir estradas" - Duas grandes preocupações destacam-se no programa administrativo do novo governo: construção de estradas e reforma financeira. Logo são iniciadas as grandes rodovias Rio - São Paulo e Rio - Petrópolis, esta última visando posteriormente a prolongar-se até Belo Horizonte. Atribuiu-se a Washington Luís o lema "governar é construir estradas". Empenhou-se também o governo em conseguir a estabilização monetária mediante a formação de reservas em ouro, inicialmente obtido através de empréstimos.
De maneira geral, entretanto, nossa situação econômica não era boa. Nosso principal produto, o café, desde 1925 ultrapassou suas possibilidades de exportação em virtude do crescimento contínuo dos cafezais; bastaria dizer que, sendo a produção anual média de 21 milhões de sacas, o consumo mundial atingia apenas 14 milhões delas. Convém lembrar que, garantindo a manutenção de preços compensadores para o café, já haviam os governos pretéritos negociado empréstimos em condições onerosas. Além disso, praticamente não mais se exportava borracha e o cacau sofria uma seriíssima crise.





Lênin:

Nascido em 1870, Vladimir IIie Ulianov (dito Lênin). Depois de formado, Lênin passou a estudar s problemas econômicos da Rússia e passou a ler obras de Marx e Engels. Convencido das justeza de suas idéias, passou a combater os populistas e, depois de breve estada na Suíça onde contatou com alguns exilados,voltou pra Rússia com a intenção de dar vida ao Partido Social Democrata Rússio. Entretanto foi preso e deportado para a Sibélia, onde ficou três anos. Ele consegue sair do país ficando cinco anos na Europa Ocidental o Partido Social Democrata Rússio realizou um congresso e a corrente de Lênin conseguiu se impor ainda que por pequena margem. Ao passo que o grupo adversário passou a ser chamado de Menchevique. A falência da Revolução de 1905 obrigou Lênin a fugir novamente da Rússia. Mas em 1917 foi protagonista da Revolução de Outubro. Eleito presidente do conselho dos comissários do povo, levou a fundo a sua batalha contra todos os adversários da Revolução, embora em certo momento tenha obrigado a reintroduzir os mecanismos da economia de mercado.
Ele é considerado responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917. Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo. Suas contribuições resultaram na criação de uma corrente teórica denominada Leninismo.
O que Lênin argumentava é que a Rússia caminhava para o capitalismo, e a produção agrária em bases feudais seria inexoravelmente substituída por uma produção em moldes capitalistas. Tal processo dava seus passos decisivos no campo, mas o desenvolvimento poderia se realizar por duas vias: “reformistas” ou “revolucionaria”.
Caindo doente em 1922, morreu em 21 de janeiro de 1924.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenin
http://antroposmoderno.com/biografias/Lenin.html
http://www.acessa.com/gramsci/?page=vusualizar&id=601



Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.
Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente da província de Minas Gerais, de 1914 a 1918. Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes da posse).
No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.
Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. O presidente, no entanto, tendia a menosprezar essa crise, dizendo que as greves "não passavam de casos de polícia".
Quando morreu ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Lampião

De 1920 a 1938 surgiu o "expoente máximo do cangaço," comandado por Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, filho de uma família de lavradores e pequenos criadores. Sua família foi atacada por outra ligada a uma oligarquia; que como conseqüência deste confronto, o pai de Lampião foi morto pela volante policial de Alagoas, comandada pelo Sargento José Lucena de Albuquerque Maranhão.
Lampião formou o seu bando a princípio com dois irmãos, primos e amigos, cujos integrantes variavam entre 30 e 100 membros, e passou a atacar fazendas e pequenas cidades em cinco estados do Brasil, quase sempre a pé e às vezes montados a cavalo durante 20 anos, de 1918 a 1938.
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Grande estrategista militar, Lampião sempre saía vencedor nas lutas com a polícia, pois atacava sempre de surpresa e fugia para esconderijos no meio da caatinga, onde acampavam por vários dias até o próximo ataque. Apesar de perseguido, Lampião e seu bando foram convocados para combater a Coluna Prestes, marcha de militares rebelados. O governo se juntou ao cangaceiro em 1926, lhe forneceu fardas e fuzis automáticos.


fonte:wikipedia

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Rodrigues Alves


Francisco de Paula Rodrigues Alves (Guaratinguetá, 7 de julho de 1848Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1919) foi um político brasileiro e quinto presidente do Brasil.
Último
paulista presidente do Brasil, foi eleito duas vezes, cumpriu o primeiro mandato (1902 a 1906), mas faleceu antes de assumir o segundo (que deveria se estender de 1918 a 1922).
Estudou no
Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Bacharelou-se em Letras e diplomou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. Foi vereador, deputado provincial e geral pelo Partido Conservador. Foi presidente da província de São Paulo em 1887, recebendo o título de Conselheiro. Empresário de sucesso do ramo do café, tornou-se a terceira maior fortuna do país; a fazenda onde morava tinha 400 cômodos e as refeições eram servidas em talheres de ouro.
Em
1890 foi eleito deputado para a Assembléia Constituinte e em 1891 foi nomeado Ministro da Fazenda. Em 1893 foi eleito senador por seu estado, renunciando em 1894 para ocupar novamente a pasta da Fazenda no governo Prudente de Morais. Rodrigues Alves foi o negociador da consolidação dos empréstimos externos com os banqueiros ingleses Rotschild. Foi governador de São Paulo em 1900, antes de assumir a presidência da República em 1902.

fonte:wikipedia

Belle Époque


A Belle Époque foi um período na história da França que começou no fim do século XIX e durou até a Primeira Guerra Mundial.
A Belle Époque foi considerada uma era de ouro da beleza, inovação e paz entre a França e seus vizinhos
europeus. Novas invenções tornavam a vida mais fácil em todos os níveis sociais, e a cena cultural estava em efervescência: cabarés, o cancan, e o cinema haviam nascido, e a arte tomava novas formas com o Impressionismo e a Art Nouveau. A arte e a arquitetura inspiradas no estilo dessa era, em outras nações, são chamadas algumas vezes de estilo "Belle Époque".



fonte:wikipédia

Revolução Russa



Trotski

Seu verdadeiro nome era Leon Bronstein. Procedente de uma família de camponeses judeus ucranianos, Trotski foi, juntamente com Lênin, o líder da Revolução de outubro de 1917. Quando estudante, juntou-se ao movimento social-democrata, sendo deportado para a Sibéria em 1898. Após a sua fuga para a Suíça, onde conheceu Lênin, foi redator do diário Iskra. Contrário à concepção do partido sustentada por Lênin, após a ruptura da social-democracia russa em 1903 uniu-se à ala menchevique de Julius Martiov. Durante a Revolução Russa de 1905, foi o presidente do soviete de São Petersburgo. Banido de novo para a Sibéria, fugiu para o exílio, em Viena, em Paris e nos EUA. Depois da revolução de fevereiro de 1917, uniu-se aos bolcheviques, voltou a assumir o cargo de presidente do soviete de São Petersburgo e organizou a insurreição que pôs fim ao governo de Alexander Kerensky a 7 de novembro de 1917. Comissário do povo para as Relações Exteriores em 1917-1918, tentou, como chefe da delegação soviética em Brest Litovsk, adiar a assinatura da paz ("nem guerra nem paz"), evitando assim as duras condições impostas pela Alemanha. Como comissário do povo para as questões militares (1918-1925) criou o Exército Vermelho, conduzindo-o à vitória na guerra civil contra os "brancos" contra-revolucionários e opondo-se à intervenção dos aliados ocidentais (1918-1922). Em 1921, esmagou a insurreição dos marinheiros em Kronstadt, descontentes com o comunismo de guerra e partidários da autogestão socialista. Após a morte de Lenin, em 1924, Trotski saiu derrotado na luta pelo poder que o opunha a Josep V. Stalin, cuja concepção do "socialismo num só país" contrastava fortemente com a defesa da "revolução permanente" proposta por Trotski.

http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia.php?c=1121



Czar Nicolau II:
Nicolau II Romanov nasceu no palácio de Tsarskoie Selo, próximo a São Petersburgo, em 18 de maio de 1868. Filho do tsar Alexandre III,foi o ultimo tsar da Rússia. Governou desde a morte do pai, até a sua abdicação. Desde cedo Nicolau demonstrou temperamento tímido e inclinações que orientavam mais para a vida familiar do que para seu destino de governante autocrático da Rússia. Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau. O Czar governava a Rússia de forma absolutista, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregados da fraca industria russa, viviam descontentes com o governo do czar. Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento manda seu exercito fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouração também foram reprimidos pelo czar. Começava então a formação dos sovietes sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.

Nilo Peçanha

Nilo Peçanha

Apesar de ser um político de renome no Rio de Janeiro, sobretudo no norte do Estado do Rio de Janeiro (o nome Peçanha, seja com "ç" ou com "ss" até hoje é um nome respeitado em Campos e adjacências), morava na Cidade de Niterói por ocasião da posse, e teve que atravessar a Baía de Guanabara para assumir o cargo; claro que não faltaram brincadeiras, e piadas a esse respeito.Ele lançou o lema "Paz e Amor" como forma de tentar criar um governo de conciliação das forças políticas que lutavam entre si na época, mas houve muitos protestos e mortes na Capital Federal durante sua estada no Governo.Foi o primeiro Governante Fluminense desde Dom Pedro II (que além de Fluminense era Carioca, nascido no Bairro de São Cristovão).Em seu governo, foi assinado o tratado definitivo de limites fronteiriço entre Brasil e Peru, sendo ratificado em 1910. Essa foi mais uma das muitas que devem ser creditadas ao Barão do Rio Branco. Houve em seu curto período como presidente vários incidentes em comícios e protestos públicos, onde chegaram a ocorrer mortes. Interviu nos Estados da Bahia, Maranhão, Sergipe e Amazonas.

FLORIANO PEIXOTO


Nasceu em Ipioca , Alagoas , e faleceu em Divisa , atual Floriano no Municipio de Barra Mansa , Rio de Janeiro . Foi o sesundo presidente do Brasil , sendo considerado , ao lado de Deodoro da Fonseca e de Benjamin Constant , um dos consolidarios da Repulblica . Como capitão , participou da Guerra Platina (1864) e da Guerra do Paraguai (1865 – 1870 ) .
Logo que assumiu a presidencia da Repulblica , Floriano Peixoto demonstrou a força militar de seu governo sufocando uma revolta chefiada pelo sargento Silvino de Macedo na fortaleza de Santa Cruz.
MANIFESTO DOS TREZE GENERAIS – Generais de diversos locais lançaram um manifesto exigindo a renuncia de Floriano . Alegavam quepela constituiçao . Caso um presidente desocupasse o cargo antes da metade do mandato, convocar – se – ia uma nova eleição . O vice só assumiria no caso de o cargo lhe ser oferecido apos decorrido mais de meio mandato. Floriano , todavia , alegou que o primeiro mandato era sui generis , uma vez que eles nem mesmo haviam sido eleitos popularmente . Consequentemente , prendeu os generais e mandou – os a um isolamento na região amazonica.

Presidentes da Repúlblica Velha


Deodoro da Fonseca

Militar e estadista (1827-1892) - Manuel Deodoro da Fonseca nasceu na cidade de Alagoas, atual Marechal Deodoro (AL). Oficial do exército, combateu a Revolta Praieira em Pernambuco no ano de 1848, participando também da Guerra Platina (1864) e da Guerra do Paraguai (1865-1870). Foi promovido a marechal-de-campo em 1884 e, no ano seguinte, nomeado comandante de armas do Rio Grande do Sul. Apesar de ser amigo do Imperador, gozava de grande prestígio junto às tropas e acabou colocado à frente do movimento militar que derrubou o Monarquia e proclamou a República no dia 15 de novembro de 1889. Como chefe do Governo Provisório, entrou em conflito com as lideranças civis, resistindo à convocação da Assembléia Constituinte.


segunda-feira, 4 de junho de 2007

Política


O Coronelismo

O Coronelismo no Brasil é símbolo de autoritarismo e impunidade. Suas praticas remontam do caudilhismo e do caciquismo que provem dos tempos da colonização do Brasil.Ganhou força na época do primeiro reinado, chegando ao final do século XX.

=>Conjunto de ações políticas de latifúndios (chamados de coronéis) em caráter local, regional o federal, onde se aplica o domínio econômico e social para a manipulação eleitoral em causa própria ou de particularidades.

As raízes do coronelismo provêm da tradição patriarcal brasileira e do arcaísmo da estrutura agropecuária no interior remoto do país.Como o Brasil se baseava estruturalmente em oligarquias, esses líderes, ou seja, os grandes latifundiários e oligarcas, começaram a financiar campanhas políticas de seus afilhados, e ao mesmo tempo ganhar o poder de comandar a Guarda Nacional.

=>O coronelismo institucional surgiu com a formação da Guarda Nacional, criada em 1831, como resultado da deposição de Dom Pedro I ocorrida em abril daquele ano.Inspirada na instituição francesa, forjada pelos acontecimentos de 1789, a “guarda burguesa” era uma milícia civil que representava o poder armado dos proprietários que passaram a patrulhar as ruas e estradas em substituição ás forças tradicionais, derrubadas pelos revolucionários.Para ser integrante dela era preciso pois ser alguém de posses, que tivesse recursos para assumir as custas com a uniforme e as armas necessárias (200 mil réis de renda anual nas cidades e 100 mil réis no campo)
=>O coronelismo na história política nacional nada mais foi do que a expressão brasileira de um fenômeno tipicamente ibérico, o do caudilhismo ou do caciquismo.
FONTE:

A superação do Regime Monárquico


Dom Pedro II


Pedro de Alcântara João Carios Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança e Habsburgo (Paço de São Cristóvão, Rio de Janeiro, dois de dezembro de 1825 – Paris, seis de Dezembro de 1891).Pedro II, chamado O Magnânimo, foi o segundo e último imperador do Brasil.

Foi aclamado a Sete de abril de 1831 no dia da abdicação de seu pai, tendo como tutor José Bonifácio de Andrada e Silva.Proclamado maior a 23 de julho de 1840 foi coroado a 18 de julho do ano seguinte. O reinado de Dom Pedro II teve inicio, portanto no dia da proclamação da sua maioridade e terminou com a sua deposição a 15 de novembro de 1889, com o advento do regime republicano.

=>Casou-se em 1842, com a princesa Teresa Cristina Maria.
=>Dom Pedro II deu ao Brasil 49 anos de paz interna, prosperidade e progresso.
FONTE:

Revolução Russa


Stálin

Rei inglês (1509-1547) nascido em Greenwich, próximo de Londres, conhecido por ter provocado a ruptura da Inglaterra com a Igreja Católica, criando a Igreja Anglicana ou Episcopal, com o rei da Inglaterra como seu chefe supremo e o arcebispo de Canterbury como seu líder espiritual. Filho de Henrique VII da Inglaterra, tornou-se herdeiro do trono da Inglaterra (1502), após a morte do irmão mais velho (1502), Artur, foi coroado (1509) e casou-se a seguir com Catarina de Aragão, a viúva de seu irmão e filha de Fernando e Isabel da Espanha, os reis católicos. Poliglota, esportista e estudioso de teologia, opôs-se a doutrina de Lutero, o que lhe valeu o título de defensor da fé, concedido pelo papa Leão X. Na primeira etapa de seu reinado, a atenção do governo, dirigido pelo arcebispo de York e cardeal Thomas Wolsey, centralizou-se na política exterior. Por causa do casamento, manteve a aliança com a Espanha e enfrentou os franceses, aos quais venceu em Guinegatte (1513), porém, após a batalha de Pávia (1525), reaproximou-se da França para evitar a hegemonia espanhola. A busca de uma descendência masculina, pois Catarina só lhe havia dado uma filha, Maria, mais tarde, Maria I Tudor, levou-o a solicitar ao papa Clemente VII, a anulação do casamento (1527). Como Catarina era tia do imperador Carlos V e I da Espanha, e o pontífice, que havia sido pressionado por este, após o saque de Roma (1527), negou o divórcio ao monarca inglês. Com uma postura contrária à Reforma luterana e com o apoio do Parlamento e do povo, descontente com os privilégios e poderes eclesiásticos, rompeu com o papa, fundou e nomeou-se chefe da Igreja na Inglaterra (1532). O Parlamento aprovou o Estatuto de Supremacia, que o transformou oficialmente chefe supremo da Igreja da Inglaterra ou Anglicana. Obteve, então, a anulação de seu casamento (1533) e oficializou sua união com a amante Ana Bolena. Substituiu seu homem forte Wolsey por Thomas Cromwell e impôs um poder autoritário, inclusive com a execução de seus opositores como de seu antigo amigo Thomas More, um dos mais brilhantes humanistas da época, por este se negar a reconhecer a supremacia religiosa do monarca. Ordenou o confisco dos bens eclesiásticos, acabou o feudalismo, exerceu maior controle sobre o Parlamento e anexou à Inglaterra os territórios da Irlanda e do País de Gales. Transformou a Inglaterra em grande potência naval e derrotou os escoceses em Solway Moss (1542), embora não tenha conseguido submeter o reino da Escócia a sua coroa. Com Ana Bolena teve uma filha, a futura Elizabeth I, que por não lhe proporcionar um herdeiro varão foi decapitada (1537) sob a duvidosa acusação de adultério. Casou-se mais quatro vezes. Seus últimos anos do reinado transcorreram adoçados pela influência da boa e sábia Catarina. Mas uma infecção, que desde anos o fazia sofrer, estendeu-se ao corpo todo e o rei faleceu (1547), em Londres.
OBSERVAÇÃO: As igrejas Católica e Anglicana são semelhantes quanto à profissão de fé, a liturgia e os sacramentos, mas a igreja episcopal não reconhece a autoridade do papa e admite mulheres como sacerdotes. A primeira mulher consagrada (1989) e a exercer o ministério episcopal foi a reverenda Barbara Harris, da diocese de Massachusetts (EUA). A Reforma Anglicana ainda sofreu uma reação católica, com o reinado de Maria Tudor (1553-1558). Seu casamento com Felipe II da Espanha transformou a reforma religiosa numa questão nacional. Porém sob Elisabeth I, foi renovada a soberania da Coroa sobre a igreja e ratificada a liturgia anglicana, tendo por base a confissão calvinista reformada (1559).