segunda-feira, 24 de setembro de 2007

crise de 1929


Crise de 1929
Com o término da Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos passaram a ser o grande nome do capitalismo mundial. De maior devedor, o país passou a posição de maior credor mundial, pois concederam grandes empréstimos a outros países, vencedores e perdedores. Além disso, investiram na reconstrução da Europa e, ao mesmo tempo exportavam bastante para esse continente.
Porém, a partir de 1925, apesar de toda euforia, a economia norte-americana começou a ter sérios problemas. Enquanto a produção industrial e agrícola desenvolveu-se num ritmo acelerado, o aumento salarial foi muito lento. Além do mais, em conseqüência da progressiva mecanização da indústria e da agricultura o desemprego foi crescendo consideravelmente.
Após recuperarem-se dos prejuízos da guerra, os países europeus passaram a comprar cada vez menos dos Estados Unidos e a concorrer com o mesmo nos mercados internacionais. Pela falta de consumidores externos e internos, começaram a sobrar enormes quantidades de produtos no mercado norte-americano, caracterizando, assim, uma crise de superprodução, ou seja, muita mercadoria e poucos consumidores.
Na tentativa de controlar essa crise, os agricultores passaram a armazenar cereais. Para isso, tiveram que pedir empréstimos aos bancos, oferecendo suas terras como garantia, muitos perderam seus bens. Já as indústrias se viram forçadas a desacelerar o ritmo da produção e, conseqüentemente, a despedir milhares de trabalhadores, o que afetou ainda mais o mercado consumidor.
http://www.brasilescola.com/historiag/crise29.htm

kristiano heliodoro

coluna prestes

Coluna Prestes
A Coluna Miguel Costa-Prestes, erroneamente conhecida somente por Coluna Prestes, pois este foi um dos chefe de estado-maior do Gen Miguel Costa, verdadeiro comandante da Coluna, foi um movimento político-militar brasileiro existente entre 1925 e 1927 e ligado ao tenentismo, corrente que possuía um programa bastante difuso, mas algumas linhas gerais podem ser delineadas: insatisfação com a República Velha, exigência do voto secreto, defesa do ensino público.
O movimento contou com lideranças das mais diversas correntes políticas, mas a maior parte do movimento era composta por capitães e tenentes da classe média, donde originou-se o ideal de "Soldado Cidadão".
O movimento deslocou-se pelo interior do país pregando reformas políticas e sociais e combatendo o governo do então presidente Artur Bernardes e, posteriormente, de Washington Luís.
A Coluna Miguel Costa-Prestes , com os comando principal de Miguel Costa e secundário de Luis Carlos Prestes enfrentou as tropas regulares do Exército ao lado de forças policiais de vários Estados, além de tropas de jagunços, estimulados por promessas oficiais de anistia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coluna_Prestes
hannderson f a

coluna prestes


CULTURA NOS ANOS DE 1930 :


A década de 1930, ou simplesmente década de 30 ou ainda anos 30 foi o período de tempo entre os anos 1930 e 1939. É tida como uma das épocas mais sangrentas de toda a história mundial. No Brasil, um golpe de Estado de Getúlio Vargas dá início à Revolução Constitucionalista em 1932, organizada pelo estado de São Paulo. Chega ao fim a política do café-com-leite e tem início o Estado Novo.
A vitória da Revolução de 30, com o estabelecimento do Governo Provisório chefiado por Getúlio Vargas, abriu caminho para que os elementos de maior destaque da chamada "geração de 1907", uma vez no poder, e articulados em torno da liderança varguista, instaurassem uma ditadura, cujo objetivo principal tornou-se intensificar a industrialização do país, tendo em vista a superação da crise econômica então presente. Nesse processo, iria sendo formada uma burocracia civil e militar, com relativa autonomia frente a todos os setores então presentes na sociedade brasileira, mas inclinada a favorecer cada vez mais os interesses do empresariado industrial. Desta forma, teria lugar um crescente conflito entre o grupo varguista no poder e as oligarquias agrárias, cujos interesses inicialmente os elementos desse grupo representavam.

Nos anos 30, Além de haver um desenvolvimento educacional, houve uma verdadeira revolução cultural em relação à República Velha. O modernismo, tão criticado antes de 1930, tornou-se o movimento artístico principal a partir do golpe de Vargas. A Academia de Letras, tão admirada antes, não tinha mais nenhum prestígio. A cultura predominante era a popular que, com o rádio, desenvolveu-se por todo o Brasil. Como analisou Antônio Cândido, “nos anos 30 e 40, por exemplo, o samba e a marcha, antes praticamente confinados aos morros e subúrbios do Rio, conquistaram o país e todas as classes, tornando-se um pão-nosso quotidiano de consumo cultural”5. No entanto, foram os intelectuais partidários da Revolução de 1930, como Caio Prado Júnior, quem tiveram um papel essencial no processo de desenvolvimento cultural do Brasil. Sérgio Buarque de Holanda, com Raízes do Brasil principalmente, influenciou muito o desenvolvimento do nacionalismo no Brasil. Em este ensaio, Sérgio Buarque de Holanda buscou entender como se fez o processo da formação do Brasil como nação. Analisou a história desde a chegada dos ibéricos à América até os anos 1930.

A era Vargas

A ERA VARGAS
Iury nº 2

http://www.suapesquisa.com/vargas/


Getúlio Dornelles Vargas (19/4/1882 - 24/8/1954) foi o presidente que mais tempo governou o Brasil, durante dois mandatos. De origem gaúcha (nasceu na cidade de São Borja), Vargas foi presidente do Brasil entre os anos de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954. Entre 1937 e 1945 instalou a fase de ditadura, o chamado Estado Novo.

Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, após comandar a Revolução de 1930, que derrubou o governo de Washington Luís. Seus quinze anos de governo seguintes, caracterizaram-se pelo nacionalismo e populismo. Sob seu governo foi promulgada a Constituição de 1934.
Fecha o Congresso Nacional em 1937, instala o Estado Novo e passa a governar com poderes ditatoriais. Sua forma de governo passa a ser centralizadora e controladora. Criou o DIP ( Departamento de Imprensa e Propaganda ) para controlar e censurar manifestações contrárias ao seu governo.

Perseguiu opositores políticos, principalmente partidários do comunismo. Enviou Olga Benário , esposa do líder comunista Luis Carlos Prestes, para o governo nazista.

Realizações
Criou a Justiça do Trabalho (1939), instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo: carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas.
GV investiu muito na área de infra-estrutura, criando a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Vale do Rio Doce (1942), e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945). Em 1938, criou o IBGE ( Instituto brasileiro de Geografia e estatística). Saiu do governo em 1945, após um golpe militar.
O Segundo Mandato

Em 1950, Vargas voltou ao poder através de eleições democráticas. Neste governo continuou com uma política nacionalista. Criou a campanha do " Petróleo é Nosso" que resultaria na criação da Petrobrás.
O suicídio de Vargas

Em agosto de 1954, Vargas suicidou-se no Palácio do Catete com um tiro no peito. Deixou uma carta testamento com uma frase que entrou para a história : "Deixo a vida para entrar na História." Até hoje o suicídio de Vargas gera polêmicas. O que sabemos é que seus últimos dias de governo foram marcados por forte pressão política por parte da imprensa e dos militares. A situação econômica do país não era positiva o que gerava muito descontentamento entre a população.
A Segunda Guerra Mundial



Causas da Segunda Guerra Mundial:
Os Projetos militares: Alemanha, Itália e Japão (Eixo) com intenções expansionistas.Ocorreu também o desrespeito ao Tratado de Versalhes por parte da Alemanha (produção de armamentos, aumento do exército)
Em 1939 a Alemanha invade a Polônia: Inglaterra e França declaram guerra à Alemanha .

Segunda Guerra Mundial (1939-1945):
EIXO (Alemanha, Itália e Japão) x ALIADOS (Inglaterra, URSS, França e EUA)Eixo liderado por Hitler.
Hitler persegue, prende em campos de concentração e ordena o assassinato de aproximadamente 5 milhões de judeus ( Holocausto).
Brasil entra na guerra ao lado dos Aliados: FEB (força expedicionária Brasileira) envia os pracinhas para lutar em Monte Cassino na Itália (vitórias brasileiras)

1939 a 1941: vitórias do Eixo
A Ofensiva japonesa foi o ataque a Pearl Harbor em 1941 e entrada dos EUA na guerra.Em 1941 a 1945: reação dos Aliados
O Dia D : ataque dos aliados na Normandia
1945: Alemanha assina a rendição e suicídio de Hitler
1945: EUA jogam bombas Atômicas no Japão (Hiroshima e Nagasaki)
24 de outubro de 1945: fundação da
ONU com objetivo principal de garantir a paz mundial.

Final e Conseqüências
Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus. Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU (Organização das Nações Unidas), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como
Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.Rastro de destruição nestas cidades.



segunda-feira, 17 de setembro de 2007


Guerra Civil Espanhola:

Revolta militar contra o governo republicano na Espanha que tem início em 18 de julho de 1936, com o levante de militares da guarnição de Melilla, no Marrocos espanhol, liderados pelo general Francisco Franco. A guerra alcança todo o país, opondo nacionalistas e republicanos, e termina em 1939, com a morte de 1 milhão de pessoas. Os nacionalistas são vitoriosos e implantam a ditadura franquista, que governa a Espanha até 1975, quando morre Franco.

Antecedentes:

O conflito tem origem na crise econômica espanhola, que, entre 1929 e 1936, impulsiona grande número de greves, manifestações e levantes de direita e de esquerda. A proclamação da República (1931) e as reformas que ela promove não conseguem sanar a economia, deixando descontentes vários setores da sociedade. A vitória da direita nas eleições, em 1933, provoca uma insurreição de operários liderados pelos socialistas. As regiões da Catalunha e Astúrias são tomadas pelos revoltosos, que proclamam a independência. Após duas semanas de luta, a revolta é dominada. Em fevereiro de 1936, as forças políticas de centro e de esquerda vencem as eleições gerais. A oficialidade do Exército, agrupada na União Militar Espanhola, conspira para um golpe. Em 29 de julho, o general Franco, à frente das divisões estacionadas na África, entra na Espanha, tomando Sevilha e Cádiz. Outra frente militar ataca as províncias do norte, chegando perto da capital. O país divide-se em zonas nacionalistas, em geral concentradas em áreas agrícolas, e zonas republicanas, situadas nas regiões mais industrializadas e urbanas do território.

Apoios e composições:

Os militares rebelados têm o apoio das Forças Armadas, com exceção da aviação, e de católicos, nacionalistas e tradicionalistas. Do lado republicano estão operários, camponeses e setores da classe média, que contam com contingentes da aviação e da polícia. Cerca de 70 mil voluntários fascistas italianos, tanques e material bélico alemães são enviados a Franco. Pela República participam 25 mil voluntários de 53 países, organizados nas Brigadas Internacionais. A URSS dá auxílio financeiro limitado aos militantes comunistas, dividindo as forças republicanas. No início de novembro, a capital da República é transferida para Valença. Em 1937, rivalidades entre os republicanos levam o comunista Juan Negrín a assumir o governo. Ele promove, entre os próprios republicanos, uma política de eliminação de oponentes ideológicos, principalmente anarquistas e trotskistas, enfraquecendo o movimento. Franco chega ao Mediterrâneo, corta o contato entre Valença e Catalunha e obriga o governo republicano a se transferir para Barcelona.

Conseqüências:

Barcelona cai em 26 de janeiro de 1939 e, em 1º de abril, a República é abolida. Fogem do país 400 mil republicanos. Guernica, a pequena aldeia do País Basco, é arrasada em junho de 1937, inspirando o quadro de mesmo nome do pintor espanhol Pablo Picasso. No pós-guerra a violência continua. Os republicanos são apontados como inimigos da Espanha. Nos quatro primeiros anos após a guerra civil, milhares de opositores do franquismo são executados – as estimativas oficiais são de 37 mil.

http://br.geocities.com/vinicrashbr/historia/geral/guerracivilespanhola.htm

Fascismo na Itália e Alemanha

-Histórico do Fascismo na Itália e chegada no Brasil-

No início da Primeira Guerra (1914-1918), a Itália, embora pertencendo à Tríplice Aliança (Alemanha, Austria-Hungria e Itália), omitiu-se, alegando que seu compromisso na participação do conflito só se daria se a Áustria e Alemanha fossem agredidas. Entrou na Guerra em 1915, a favor dos aliados (Inglaterra, França, Rússia), pensando na partilha das colônias alemãs na África, segundo promessas inglesas.
Aos 11 de novembro de 1918, os representantes do Governo Provisório alemão assinaram o armistício que marcou o fim da guerra..
No final de 1918, os princípios liberais e democráticos pareciam vitoriosos e consolidados: desapareceram impérios e o regime republicano triunfou.
A crise que se alastrou pela Europa do entre-guerras provocou intranqüilidade e conflitos sociais, fortalecendo idéias revolucionárias que explodiam. Socialistas culpavam o sistema capitalista pela crise e pelo agravamento de problemas sociais, pregando a revolução que democratizaria os meios de produção. Os governos europeus, principalmente os da Itália e Alemanha, mostravam-se incapazes de controlar as crises econômicas, que poderiam levar a uma revolução bolchevista e ao avanço da poderosa força da classe trabalhadora.
Na Itália, a crise se manifestava na inflação, na alta de preços, no desemprego pelo fechamento das indústrias.
As classes dirigente e média sentiam-se ameaçadas. Os capitalistas pediam a implantação da ideologia fascista, com um regime autoritário, o corporativismo, um nacionalismo agressivo procurando novos mercados, a corrida imperialista. Pediam uma autoridade centralizadora que protegesse seus interesses e impedisse o avanço socialista. As indústrias, bancos, financeiras... propuseram sustentar grupos de extrema direita.
Todas essas forças levavam os países à ditadura.
Na Itália, alguns políticos, no final de 1917, constituíram um grupo de união nacional, ou "fascio", unidos pelo sentimento nacionalista e pelo combate ao socialismo. Esse movimento não vingou, mas a idéia fascista foi encampada por Benito Mussolini.

http://www.saojoseonline.com.br/nuova/pag45.htm

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Manuel Ferraz de Campos Sales (Campinas, 15 de Fevereiro de 1841Santos, 28 de junho de 1913) foi um advogado e político brasileiro e Presidente da República do Brasil entre 1898 e 1902.
Bacharel em direito pela faculdade de direito de São Paulo, Campos Sales ingressou, logo após se formar, no Partido Liberal. A seguir, participou da criação do Partido Republicano Paulista (PRP), em 1873.
Elegeu-se senador em 1890, mas renunciou ao cargo quatro anos depois para se tornar governador do estado de São Paulo, cargo que exerceu até 1898. Nesse ano foi eleito presidente da república, substituindo Prudente de Morais em uma época que a economia brasileira, baseada na exportação de café e borracha, não ia bem. Julgava que todos os nossos problemas tinham uma única causa: a desvalorização da moeda. Desenvolveu a chamada política dos governadores, através da qual tentou obter o apoio do Congresso através de relações de clientelismo e favorecimento político entre o governo central, representado por si próprio enquanto presidente, estados, representados pelos respectivos governadores, e municípios, representados pelos coronéis.
Na economia, Campos Sales decidiu que a resolução do problema da dívida externa era o primeiro passo a ser tomado. Em Londres, o presidente e os ingleses estabeleceram um acordo, conhecido como "funding-loan". Com esse acordo, suspendeu-se por 3 anos o pagamento dos juros da dívida; suspendeu-se por 13 anos o pagamento da dívida externa existente; o valor dos juros e das prestações não pagas se somariam à existente; a dívida começaria a ser paga em 1911, com o prazo de 63 anos com juros de 5% ao ano; as rendas da alfândega do Rio de Janeiro e Santos ficariam hipotecadas aos banqueiros ingleses, como garantia. Então, livre do pagamento das prestações, Campos Sales pôde levar adiante a sua política de "saneamento" econômico. Combateu a inflação, não emitindo mais dinheiro e retirando uma parte de circulação. Depois combateu os déficits orçamentários, reduzindo a despesa e aumentando a receita. Joaquim Murtinho, Ministro da Fazenda, cortou o orçamento do Governo Federal, elevou todos os impostos existentes e criou outros. Finalmente, dedicou-se à valorização da moeda, elevando o câmbio de uma taxa de 48 mil-réis por libra para 14 mil-réis por libra. Sua política foi acusada de extremamente recessiva, para usarmos um termo atual.

Hermes Rodrigues da Fonseca

Hermes Rodrigues da Fonseca
foi um militar e político brasileiro (São Gabriel, 12 de maio de 1855Petrópolis, 9 de setembro de 1923). Presidente do Brasil entre 1910 e 1914. Era sobrinho de Manoel Deodoro da Fonseca. Hermes da Fonseca ingressou na Escola Militar aos 16 anos. Quando se formou serviu como ajudante de ordens do Conde D'Eu. Foi convidado pelo tio para ser ajudante-de-campo e secretário militar após a Proclamação da República. Desempenhou vários cargos governamentais até se tornar Ministro do Exército durante o governo de Campos Salles.
Quando Affonso Penna se elegeu manteve Hermes da Fonseca no ministério, até que esse pediu demissão devido à discussão na Câmara sobre a participição dos militares na vida política do país. Lançou sua candidatura em oposição a Rui Barbosa e pela primeira vez no regime republicano se instalou um clima de campanha eleitoral com a disputa entre civilistas e hermistas. Com o convite de Nilo Peçanha para que retornasse ao cargo no ministério, Hermes da Fonseca se fortaleceu e venceu as eleições de 1910.

Antônio conselheiro


Antônio Vicente Mendes Maciel (Vila do Campo Maior, 13 de março de 1830Canudos, 22 de setembro de 1897), melhor conhecido na História do Brasil como Antônio Conselheiro, foi um líder social brasileiro.
Figura carismática, adquiriu uma dimensão messiânica ao liderar o arraial de Canudos, um pequeno vilarejo no sertão da Bahia, que atraiu milhares de sertanejos, entre escravos e camponeses, o que conduziu à chamada Guerra de Canudos.
A imprensa dos primeiros anos da República e muitos historiadores, retrataram-no como um louco, fanático religioso e contra-revolucionário monarquista perigoso.

Delfin Moreira


Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.
Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente da província de Minas Gerais, de 1914 a 1918. Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes da posse).
No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.
Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. O presidente, no entanto, tendia a menosprezar essa crise, dizendo que as greves "não passavam de casos de polícia".
Quando morreu ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.
Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.
Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente da província de Minas Gerais, de 1914 a 1918. Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes da posse).
No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.
Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. O presidente, no entanto, tendia a menosprezar essa crise, dizendo que as greves "não passavam de casos de polícia".
Quando morreu ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.vDelfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.
Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente da província de Minas Gerais, de 1914 a 1918. Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes da posse).
No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.
Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. O presidente, no entanto, tendia a menosprezar essa crise, dizendo que as greves "não passavam de casos de polícia".
Quando morreu ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.
Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.
Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente da província de Minas Gerais, de 1914 a 1918. Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes da posse).
No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.
Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. O presidente, no entanto, tendia a menosprezar essa crise, dizendo que as greves "não passavam de casos de polícia".
Quando morreu ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.

Wenceslau Braz Pereira Gomes

Wenceslau Braz Pereira Gomes
Nascido na então São Caetano da Vargem Grande, hoje Brasópolis, Wenceslau obteve o diploma de bacharel em direito pela Faculdade de Direito de São Paulo. De volta a Minas Gerais, presidiu a Câmara Municipal de Jacuí, e a seguir foi deputado estadual. Entre 1898 e 1902 foi secretário do Interior, Justiça e Segurança Pública do estado. Então elegeu-se deputado federal (chegando a líder da bancada mineira) em 1903.
Em 1910 é eleito vice-presidente ao lado de Hermes da Fonseca. Em 1914 ele próprio torna-se presidente. Teve de combater a Guerra do Contestado (crise herdada do governo anterior) e, após debelar a revolta, mediou a disputa de terras entre os estados do Paraná e Santa Catarina, que foi um dos fatores a dar origem ao conflito

segunda-feira, 25 de junho de 2007



Kerenski:




Alexander Kerenski foi um líder do partido socialista revolucionário. Kerensky, apesar de também ser contra os bolcheviques (revolucionários), sendo ele o mais moderado do partido, demonstrou sua dependência de ajuda no governo quando o general Kornilov, ligado ao regime Czarista, marchou até Petrogrado. Kerensky tentou impedir com sua ala branda do partido, mas foi obrigado a recuar e pedir auxílio aos bolcheviques mais ligados à causa. Foi kerensky que também preparou uma grande ofensiva contra a áustria-hungria, sendo esta também fracassada. Foi eleito deputado (1912) para a Duma, o parlamento russo. Foi um dos líderes da revolução que aboliu a monarquia (1917) e tornou-se ministro da Justiça do governo provisório e vice-presidente do soviete, a assembléia de trabalhadores e soldados de Petrogrado, em São Petersburgo. Contrariando amplos setores da opinião pública, defendeu que as tropas soviéticas deveriam continuar combatendo na primeira guerra mundial. Assumiu os ministérios da Guerra e da Marinha, porém sua tese não aceita pelos militares. Em julho assumiu o cargo de primeiro-ministro, entretanto, sem o apoio dos militares conservadores e impotente ante a pressão dos bolcheviques, seu governo caiu em novembro, quando os manifestantes tomaram a capital russa. Exilou-se inicialmente na Europa ocidental e, depois (1940), nos Estados Unidos, onde morreu em Nova York.

http://www.eduquenet.net/revolucaorussa.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexander_Kerensky
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/AlekFKer.html

Prudente José de Morais e Barros

Prudente José de Morais e Barros (Itu, 4 de outubro de 1841Piracicaba, 3 de dezembro de 1902) foi um político brasileiro, terceiro presidente do Brasil e primeiro civil a assumir este cargo. Prudente de Morais representava a ascensão da oligarquia cafeicultora ao poder nacional, após um período em que essa oligarquia mantinha-se dominando apenas o legislativo.
Bacharel em direito, já 1866 ingressa na política como deputado. Prudente de Morais fez sua carreira no Partido Republicano Paulista (PRP), ao qual se filiou em 1870. Em 1890, após um ano como presidente da junta governativa de São Paulo, é eleito senador; no cargo, chegou a presidir a Assembléia Nacional Constituinte e ser vice-presidente do senado. Disputou a presidência da república em 1891, perdendo o pleito (indireto) para Deodoro da Fonseca por pequena margem de votos.
Com a fundação do Partido Republicano Federal (PRF), consegue a indicação para a presidência, e vence as eleições presidenciais de 1894, tomando posse no dia 15 de novembro daquele ano.
Durante seu governo, abandonou uma a uma as medidas inovadoras de Floriano Peixoto. Essa cautela de Prudente foi necessária, já que os florianistas ainda tinham uma certa força, principalmente no Exército. Além disso, o vice-presidente estava ligado às idéias de Floriano. Resumindo, Prudente de Morais imprime uma direção ao governo que atende mais aos cafeicultores.

Prudente de Morais (no centro) preside a Constituinte repubublicana, óleo de Aurélio Figueiredo (Museu da República, Rio de Janeiro - RJ).
No início do seu governo consegue pacificar a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, assinando a paz com os rebeldes, que receberam anistia. Mas pouco tempo depois enfrentaria um movimento rebelde ainda maior: a Guerra de Canudos, no sertão baiano.
Se afastou do poder entre 10 de novembro de 1896 e 4 de março de 1897, por estar com a saúde debilitada. Assumiu nesse período o Vice-Presidente, Manuel Vitorino Pereira.
As divergências internas no PRF e a Guerra de Canudos desgastam o governo. Mesmo com a vitória das tropas do governo na guerra, os ânimos não se acalmam. Prudente de Morais sofreu um atentado a 5 de novembro de 1897; escapou ileso, mas perdeu seu Ministro da Guerra, Mal. Bittencourt. O presidente decretou, então, estado de sítio, para o Distrito Federal (Rio de Janeiro e Niterói) conseguindo assim livrar-se dos oposicionistas mais incômodos.
Terminado o mandato, Prudente de Morais retirou-se para Piracicaba, onde exerceria a advocacia por alguns anos. Faleceu devido a uma tuberculose em 1902.

Washington Luís



Washington Luís


O período governamental que encerraria a "República Velha" teve início a 15 de novembro de 1926, quando tomaram posse nos cargos de Presidente e Vice-presidente Washington Luís e Fernando de Melo Viana, respectivamente.
"Governar é construir estradas" - Duas grandes preocupações destacam-se no programa administrativo do novo governo: construção de estradas e reforma financeira. Logo são iniciadas as grandes rodovias Rio - São Paulo e Rio - Petrópolis, esta última visando posteriormente a prolongar-se até Belo Horizonte. Atribuiu-se a Washington Luís o lema "governar é construir estradas". Empenhou-se também o governo em conseguir a estabilização monetária mediante a formação de reservas em ouro, inicialmente obtido através de empréstimos.
De maneira geral, entretanto, nossa situação econômica não era boa. Nosso principal produto, o café, desde 1925 ultrapassou suas possibilidades de exportação em virtude do crescimento contínuo dos cafezais; bastaria dizer que, sendo a produção anual média de 21 milhões de sacas, o consumo mundial atingia apenas 14 milhões delas. Convém lembrar que, garantindo a manutenção de preços compensadores para o café, já haviam os governos pretéritos negociado empréstimos em condições onerosas. Além disso, praticamente não mais se exportava borracha e o cacau sofria uma seriíssima crise.





Lênin:

Nascido em 1870, Vladimir IIie Ulianov (dito Lênin). Depois de formado, Lênin passou a estudar s problemas econômicos da Rússia e passou a ler obras de Marx e Engels. Convencido das justeza de suas idéias, passou a combater os populistas e, depois de breve estada na Suíça onde contatou com alguns exilados,voltou pra Rússia com a intenção de dar vida ao Partido Social Democrata Rússio. Entretanto foi preso e deportado para a Sibélia, onde ficou três anos. Ele consegue sair do país ficando cinco anos na Europa Ocidental o Partido Social Democrata Rússio realizou um congresso e a corrente de Lênin conseguiu se impor ainda que por pequena margem. Ao passo que o grupo adversário passou a ser chamado de Menchevique. A falência da Revolução de 1905 obrigou Lênin a fugir novamente da Rússia. Mas em 1917 foi protagonista da Revolução de Outubro. Eleito presidente do conselho dos comissários do povo, levou a fundo a sua batalha contra todos os adversários da Revolução, embora em certo momento tenha obrigado a reintroduzir os mecanismos da economia de mercado.
Ele é considerado responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917. Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo. Suas contribuições resultaram na criação de uma corrente teórica denominada Leninismo.
O que Lênin argumentava é que a Rússia caminhava para o capitalismo, e a produção agrária em bases feudais seria inexoravelmente substituída por uma produção em moldes capitalistas. Tal processo dava seus passos decisivos no campo, mas o desenvolvimento poderia se realizar por duas vias: “reformistas” ou “revolucionaria”.
Caindo doente em 1922, morreu em 21 de janeiro de 1924.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenin
http://antroposmoderno.com/biografias/Lenin.html
http://www.acessa.com/gramsci/?page=vusualizar&id=601



Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Cristina, 7 de novembro de 1868Santa Rita do Sapucaí, 1 de julho de 1920) foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919.
Estudou no seminário de Mariana e cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, diplomando-se em 1890. Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi presidente da província de Minas Gerais, de 1914 a 1918. Vice na chapa de Rodrigues Alves durante as eleições, assumiu a presidência em virtude do falecimento daquele, vítima da Gripe Espanhola, até que fossem convocadas novas eleições (à época a Constituição previa que o vice-presidente só assumiria provisoriamente, caso o presidente morresse antes da posse).
No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito presidente em 13 de maio, em disputa com Rui Barbosa. Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo, voltando à vice-presidência.
Seu curto mandato (que ficou conhecido como regência republicana) foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. O presidente, no entanto, tendia a menosprezar essa crise, dizendo que as greves "não passavam de casos de polícia".
Quando morreu ainda ocupava a vice-presidência do governo de Epitácio Pessoa. Francisco Álvaro Bueno de Paiva o substituiu.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Lampião

De 1920 a 1938 surgiu o "expoente máximo do cangaço," comandado por Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, filho de uma família de lavradores e pequenos criadores. Sua família foi atacada por outra ligada a uma oligarquia; que como conseqüência deste confronto, o pai de Lampião foi morto pela volante policial de Alagoas, comandada pelo Sargento José Lucena de Albuquerque Maranhão.
Lampião formou o seu bando a princípio com dois irmãos, primos e amigos, cujos integrantes variavam entre 30 e 100 membros, e passou a atacar fazendas e pequenas cidades em cinco estados do Brasil, quase sempre a pé e às vezes montados a cavalo durante 20 anos, de 1918 a 1938.
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Grande estrategista militar, Lampião sempre saía vencedor nas lutas com a polícia, pois atacava sempre de surpresa e fugia para esconderijos no meio da caatinga, onde acampavam por vários dias até o próximo ataque. Apesar de perseguido, Lampião e seu bando foram convocados para combater a Coluna Prestes, marcha de militares rebelados. O governo se juntou ao cangaceiro em 1926, lhe forneceu fardas e fuzis automáticos.


fonte:wikipedia

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Rodrigues Alves


Francisco de Paula Rodrigues Alves (Guaratinguetá, 7 de julho de 1848Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1919) foi um político brasileiro e quinto presidente do Brasil.
Último
paulista presidente do Brasil, foi eleito duas vezes, cumpriu o primeiro mandato (1902 a 1906), mas faleceu antes de assumir o segundo (que deveria se estender de 1918 a 1922).
Estudou no
Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Bacharelou-se em Letras e diplomou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. Foi vereador, deputado provincial e geral pelo Partido Conservador. Foi presidente da província de São Paulo em 1887, recebendo o título de Conselheiro. Empresário de sucesso do ramo do café, tornou-se a terceira maior fortuna do país; a fazenda onde morava tinha 400 cômodos e as refeições eram servidas em talheres de ouro.
Em
1890 foi eleito deputado para a Assembléia Constituinte e em 1891 foi nomeado Ministro da Fazenda. Em 1893 foi eleito senador por seu estado, renunciando em 1894 para ocupar novamente a pasta da Fazenda no governo Prudente de Morais. Rodrigues Alves foi o negociador da consolidação dos empréstimos externos com os banqueiros ingleses Rotschild. Foi governador de São Paulo em 1900, antes de assumir a presidência da República em 1902.

fonte:wikipedia

Belle Époque


A Belle Époque foi um período na história da França que começou no fim do século XIX e durou até a Primeira Guerra Mundial.
A Belle Époque foi considerada uma era de ouro da beleza, inovação e paz entre a França e seus vizinhos
europeus. Novas invenções tornavam a vida mais fácil em todos os níveis sociais, e a cena cultural estava em efervescência: cabarés, o cancan, e o cinema haviam nascido, e a arte tomava novas formas com o Impressionismo e a Art Nouveau. A arte e a arquitetura inspiradas no estilo dessa era, em outras nações, são chamadas algumas vezes de estilo "Belle Époque".



fonte:wikipédia

Revolução Russa



Trotski

Seu verdadeiro nome era Leon Bronstein. Procedente de uma família de camponeses judeus ucranianos, Trotski foi, juntamente com Lênin, o líder da Revolução de outubro de 1917. Quando estudante, juntou-se ao movimento social-democrata, sendo deportado para a Sibéria em 1898. Após a sua fuga para a Suíça, onde conheceu Lênin, foi redator do diário Iskra. Contrário à concepção do partido sustentada por Lênin, após a ruptura da social-democracia russa em 1903 uniu-se à ala menchevique de Julius Martiov. Durante a Revolução Russa de 1905, foi o presidente do soviete de São Petersburgo. Banido de novo para a Sibéria, fugiu para o exílio, em Viena, em Paris e nos EUA. Depois da revolução de fevereiro de 1917, uniu-se aos bolcheviques, voltou a assumir o cargo de presidente do soviete de São Petersburgo e organizou a insurreição que pôs fim ao governo de Alexander Kerensky a 7 de novembro de 1917. Comissário do povo para as Relações Exteriores em 1917-1918, tentou, como chefe da delegação soviética em Brest Litovsk, adiar a assinatura da paz ("nem guerra nem paz"), evitando assim as duras condições impostas pela Alemanha. Como comissário do povo para as questões militares (1918-1925) criou o Exército Vermelho, conduzindo-o à vitória na guerra civil contra os "brancos" contra-revolucionários e opondo-se à intervenção dos aliados ocidentais (1918-1922). Em 1921, esmagou a insurreição dos marinheiros em Kronstadt, descontentes com o comunismo de guerra e partidários da autogestão socialista. Após a morte de Lenin, em 1924, Trotski saiu derrotado na luta pelo poder que o opunha a Josep V. Stalin, cuja concepção do "socialismo num só país" contrastava fortemente com a defesa da "revolução permanente" proposta por Trotski.

http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia.php?c=1121



Czar Nicolau II:
Nicolau II Romanov nasceu no palácio de Tsarskoie Selo, próximo a São Petersburgo, em 18 de maio de 1868. Filho do tsar Alexandre III,foi o ultimo tsar da Rússia. Governou desde a morte do pai, até a sua abdicação. Desde cedo Nicolau demonstrou temperamento tímido e inclinações que orientavam mais para a vida familiar do que para seu destino de governante autocrático da Rússia. Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau. O Czar governava a Rússia de forma absolutista, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregados da fraca industria russa, viviam descontentes com o governo do czar. Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento manda seu exercito fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouração também foram reprimidos pelo czar. Começava então a formação dos sovietes sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.

Nilo Peçanha

Nilo Peçanha

Apesar de ser um político de renome no Rio de Janeiro, sobretudo no norte do Estado do Rio de Janeiro (o nome Peçanha, seja com "ç" ou com "ss" até hoje é um nome respeitado em Campos e adjacências), morava na Cidade de Niterói por ocasião da posse, e teve que atravessar a Baía de Guanabara para assumir o cargo; claro que não faltaram brincadeiras, e piadas a esse respeito.Ele lançou o lema "Paz e Amor" como forma de tentar criar um governo de conciliação das forças políticas que lutavam entre si na época, mas houve muitos protestos e mortes na Capital Federal durante sua estada no Governo.Foi o primeiro Governante Fluminense desde Dom Pedro II (que além de Fluminense era Carioca, nascido no Bairro de São Cristovão).Em seu governo, foi assinado o tratado definitivo de limites fronteiriço entre Brasil e Peru, sendo ratificado em 1910. Essa foi mais uma das muitas que devem ser creditadas ao Barão do Rio Branco. Houve em seu curto período como presidente vários incidentes em comícios e protestos públicos, onde chegaram a ocorrer mortes. Interviu nos Estados da Bahia, Maranhão, Sergipe e Amazonas.

FLORIANO PEIXOTO


Nasceu em Ipioca , Alagoas , e faleceu em Divisa , atual Floriano no Municipio de Barra Mansa , Rio de Janeiro . Foi o sesundo presidente do Brasil , sendo considerado , ao lado de Deodoro da Fonseca e de Benjamin Constant , um dos consolidarios da Repulblica . Como capitão , participou da Guerra Platina (1864) e da Guerra do Paraguai (1865 – 1870 ) .
Logo que assumiu a presidencia da Repulblica , Floriano Peixoto demonstrou a força militar de seu governo sufocando uma revolta chefiada pelo sargento Silvino de Macedo na fortaleza de Santa Cruz.
MANIFESTO DOS TREZE GENERAIS – Generais de diversos locais lançaram um manifesto exigindo a renuncia de Floriano . Alegavam quepela constituiçao . Caso um presidente desocupasse o cargo antes da metade do mandato, convocar – se – ia uma nova eleição . O vice só assumiria no caso de o cargo lhe ser oferecido apos decorrido mais de meio mandato. Floriano , todavia , alegou que o primeiro mandato era sui generis , uma vez que eles nem mesmo haviam sido eleitos popularmente . Consequentemente , prendeu os generais e mandou – os a um isolamento na região amazonica.