segunda-feira, 24 de setembro de 2007

crise de 1929


Crise de 1929
Com o término da Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos passaram a ser o grande nome do capitalismo mundial. De maior devedor, o país passou a posição de maior credor mundial, pois concederam grandes empréstimos a outros países, vencedores e perdedores. Além disso, investiram na reconstrução da Europa e, ao mesmo tempo exportavam bastante para esse continente.
Porém, a partir de 1925, apesar de toda euforia, a economia norte-americana começou a ter sérios problemas. Enquanto a produção industrial e agrícola desenvolveu-se num ritmo acelerado, o aumento salarial foi muito lento. Além do mais, em conseqüência da progressiva mecanização da indústria e da agricultura o desemprego foi crescendo consideravelmente.
Após recuperarem-se dos prejuízos da guerra, os países europeus passaram a comprar cada vez menos dos Estados Unidos e a concorrer com o mesmo nos mercados internacionais. Pela falta de consumidores externos e internos, começaram a sobrar enormes quantidades de produtos no mercado norte-americano, caracterizando, assim, uma crise de superprodução, ou seja, muita mercadoria e poucos consumidores.
Na tentativa de controlar essa crise, os agricultores passaram a armazenar cereais. Para isso, tiveram que pedir empréstimos aos bancos, oferecendo suas terras como garantia, muitos perderam seus bens. Já as indústrias se viram forçadas a desacelerar o ritmo da produção e, conseqüentemente, a despedir milhares de trabalhadores, o que afetou ainda mais o mercado consumidor.
http://www.brasilescola.com/historiag/crise29.htm

kristiano heliodoro

coluna prestes

Coluna Prestes
A Coluna Miguel Costa-Prestes, erroneamente conhecida somente por Coluna Prestes, pois este foi um dos chefe de estado-maior do Gen Miguel Costa, verdadeiro comandante da Coluna, foi um movimento político-militar brasileiro existente entre 1925 e 1927 e ligado ao tenentismo, corrente que possuía um programa bastante difuso, mas algumas linhas gerais podem ser delineadas: insatisfação com a República Velha, exigência do voto secreto, defesa do ensino público.
O movimento contou com lideranças das mais diversas correntes políticas, mas a maior parte do movimento era composta por capitães e tenentes da classe média, donde originou-se o ideal de "Soldado Cidadão".
O movimento deslocou-se pelo interior do país pregando reformas políticas e sociais e combatendo o governo do então presidente Artur Bernardes e, posteriormente, de Washington Luís.
A Coluna Miguel Costa-Prestes , com os comando principal de Miguel Costa e secundário de Luis Carlos Prestes enfrentou as tropas regulares do Exército ao lado de forças policiais de vários Estados, além de tropas de jagunços, estimulados por promessas oficiais de anistia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coluna_Prestes
hannderson f a

coluna prestes


CULTURA NOS ANOS DE 1930 :


A década de 1930, ou simplesmente década de 30 ou ainda anos 30 foi o período de tempo entre os anos 1930 e 1939. É tida como uma das épocas mais sangrentas de toda a história mundial. No Brasil, um golpe de Estado de Getúlio Vargas dá início à Revolução Constitucionalista em 1932, organizada pelo estado de São Paulo. Chega ao fim a política do café-com-leite e tem início o Estado Novo.
A vitória da Revolução de 30, com o estabelecimento do Governo Provisório chefiado por Getúlio Vargas, abriu caminho para que os elementos de maior destaque da chamada "geração de 1907", uma vez no poder, e articulados em torno da liderança varguista, instaurassem uma ditadura, cujo objetivo principal tornou-se intensificar a industrialização do país, tendo em vista a superação da crise econômica então presente. Nesse processo, iria sendo formada uma burocracia civil e militar, com relativa autonomia frente a todos os setores então presentes na sociedade brasileira, mas inclinada a favorecer cada vez mais os interesses do empresariado industrial. Desta forma, teria lugar um crescente conflito entre o grupo varguista no poder e as oligarquias agrárias, cujos interesses inicialmente os elementos desse grupo representavam.

Nos anos 30, Além de haver um desenvolvimento educacional, houve uma verdadeira revolução cultural em relação à República Velha. O modernismo, tão criticado antes de 1930, tornou-se o movimento artístico principal a partir do golpe de Vargas. A Academia de Letras, tão admirada antes, não tinha mais nenhum prestígio. A cultura predominante era a popular que, com o rádio, desenvolveu-se por todo o Brasil. Como analisou Antônio Cândido, “nos anos 30 e 40, por exemplo, o samba e a marcha, antes praticamente confinados aos morros e subúrbios do Rio, conquistaram o país e todas as classes, tornando-se um pão-nosso quotidiano de consumo cultural”5. No entanto, foram os intelectuais partidários da Revolução de 1930, como Caio Prado Júnior, quem tiveram um papel essencial no processo de desenvolvimento cultural do Brasil. Sérgio Buarque de Holanda, com Raízes do Brasil principalmente, influenciou muito o desenvolvimento do nacionalismo no Brasil. Em este ensaio, Sérgio Buarque de Holanda buscou entender como se fez o processo da formação do Brasil como nação. Analisou a história desde a chegada dos ibéricos à América até os anos 1930.

A era Vargas

A ERA VARGAS
Iury nº 2

http://www.suapesquisa.com/vargas/


Getúlio Dornelles Vargas (19/4/1882 - 24/8/1954) foi o presidente que mais tempo governou o Brasil, durante dois mandatos. De origem gaúcha (nasceu na cidade de São Borja), Vargas foi presidente do Brasil entre os anos de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954. Entre 1937 e 1945 instalou a fase de ditadura, o chamado Estado Novo.

Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, após comandar a Revolução de 1930, que derrubou o governo de Washington Luís. Seus quinze anos de governo seguintes, caracterizaram-se pelo nacionalismo e populismo. Sob seu governo foi promulgada a Constituição de 1934.
Fecha o Congresso Nacional em 1937, instala o Estado Novo e passa a governar com poderes ditatoriais. Sua forma de governo passa a ser centralizadora e controladora. Criou o DIP ( Departamento de Imprensa e Propaganda ) para controlar e censurar manifestações contrárias ao seu governo.

Perseguiu opositores políticos, principalmente partidários do comunismo. Enviou Olga Benário , esposa do líder comunista Luis Carlos Prestes, para o governo nazista.

Realizações
Criou a Justiça do Trabalho (1939), instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo: carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas.
GV investiu muito na área de infra-estrutura, criando a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Vale do Rio Doce (1942), e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945). Em 1938, criou o IBGE ( Instituto brasileiro de Geografia e estatística). Saiu do governo em 1945, após um golpe militar.
O Segundo Mandato

Em 1950, Vargas voltou ao poder através de eleições democráticas. Neste governo continuou com uma política nacionalista. Criou a campanha do " Petróleo é Nosso" que resultaria na criação da Petrobrás.
O suicídio de Vargas

Em agosto de 1954, Vargas suicidou-se no Palácio do Catete com um tiro no peito. Deixou uma carta testamento com uma frase que entrou para a história : "Deixo a vida para entrar na História." Até hoje o suicídio de Vargas gera polêmicas. O que sabemos é que seus últimos dias de governo foram marcados por forte pressão política por parte da imprensa e dos militares. A situação econômica do país não era positiva o que gerava muito descontentamento entre a população.
A Segunda Guerra Mundial



Causas da Segunda Guerra Mundial:
Os Projetos militares: Alemanha, Itália e Japão (Eixo) com intenções expansionistas.Ocorreu também o desrespeito ao Tratado de Versalhes por parte da Alemanha (produção de armamentos, aumento do exército)
Em 1939 a Alemanha invade a Polônia: Inglaterra e França declaram guerra à Alemanha .

Segunda Guerra Mundial (1939-1945):
EIXO (Alemanha, Itália e Japão) x ALIADOS (Inglaterra, URSS, França e EUA)Eixo liderado por Hitler.
Hitler persegue, prende em campos de concentração e ordena o assassinato de aproximadamente 5 milhões de judeus ( Holocausto).
Brasil entra na guerra ao lado dos Aliados: FEB (força expedicionária Brasileira) envia os pracinhas para lutar em Monte Cassino na Itália (vitórias brasileiras)

1939 a 1941: vitórias do Eixo
A Ofensiva japonesa foi o ataque a Pearl Harbor em 1941 e entrada dos EUA na guerra.Em 1941 a 1945: reação dos Aliados
O Dia D : ataque dos aliados na Normandia
1945: Alemanha assina a rendição e suicídio de Hitler
1945: EUA jogam bombas Atômicas no Japão (Hiroshima e Nagasaki)
24 de outubro de 1945: fundação da
ONU com objetivo principal de garantir a paz mundial.

Final e Conseqüências
Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus. Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU (Organização das Nações Unidas), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como
Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.Rastro de destruição nestas cidades.



segunda-feira, 17 de setembro de 2007


Guerra Civil Espanhola:

Revolta militar contra o governo republicano na Espanha que tem início em 18 de julho de 1936, com o levante de militares da guarnição de Melilla, no Marrocos espanhol, liderados pelo general Francisco Franco. A guerra alcança todo o país, opondo nacionalistas e republicanos, e termina em 1939, com a morte de 1 milhão de pessoas. Os nacionalistas são vitoriosos e implantam a ditadura franquista, que governa a Espanha até 1975, quando morre Franco.

Antecedentes:

O conflito tem origem na crise econômica espanhola, que, entre 1929 e 1936, impulsiona grande número de greves, manifestações e levantes de direita e de esquerda. A proclamação da República (1931) e as reformas que ela promove não conseguem sanar a economia, deixando descontentes vários setores da sociedade. A vitória da direita nas eleições, em 1933, provoca uma insurreição de operários liderados pelos socialistas. As regiões da Catalunha e Astúrias são tomadas pelos revoltosos, que proclamam a independência. Após duas semanas de luta, a revolta é dominada. Em fevereiro de 1936, as forças políticas de centro e de esquerda vencem as eleições gerais. A oficialidade do Exército, agrupada na União Militar Espanhola, conspira para um golpe. Em 29 de julho, o general Franco, à frente das divisões estacionadas na África, entra na Espanha, tomando Sevilha e Cádiz. Outra frente militar ataca as províncias do norte, chegando perto da capital. O país divide-se em zonas nacionalistas, em geral concentradas em áreas agrícolas, e zonas republicanas, situadas nas regiões mais industrializadas e urbanas do território.

Apoios e composições:

Os militares rebelados têm o apoio das Forças Armadas, com exceção da aviação, e de católicos, nacionalistas e tradicionalistas. Do lado republicano estão operários, camponeses e setores da classe média, que contam com contingentes da aviação e da polícia. Cerca de 70 mil voluntários fascistas italianos, tanques e material bélico alemães são enviados a Franco. Pela República participam 25 mil voluntários de 53 países, organizados nas Brigadas Internacionais. A URSS dá auxílio financeiro limitado aos militantes comunistas, dividindo as forças republicanas. No início de novembro, a capital da República é transferida para Valença. Em 1937, rivalidades entre os republicanos levam o comunista Juan Negrín a assumir o governo. Ele promove, entre os próprios republicanos, uma política de eliminação de oponentes ideológicos, principalmente anarquistas e trotskistas, enfraquecendo o movimento. Franco chega ao Mediterrâneo, corta o contato entre Valença e Catalunha e obriga o governo republicano a se transferir para Barcelona.

Conseqüências:

Barcelona cai em 26 de janeiro de 1939 e, em 1º de abril, a República é abolida. Fogem do país 400 mil republicanos. Guernica, a pequena aldeia do País Basco, é arrasada em junho de 1937, inspirando o quadro de mesmo nome do pintor espanhol Pablo Picasso. No pós-guerra a violência continua. Os republicanos são apontados como inimigos da Espanha. Nos quatro primeiros anos após a guerra civil, milhares de opositores do franquismo são executados – as estimativas oficiais são de 37 mil.

http://br.geocities.com/vinicrashbr/historia/geral/guerracivilespanhola.htm